10.12.11

O Anticristo - Poder Oculto por trás da Nova Ordem Mundial–Parte 4

Capítulo 4 - O condicionamento das massas 

New World Order - Apocalipse Em Tempo RealQuem  quiser  governar  as  nações  tem  de  mudar  a  forma  de  pensar  dos indivíduos.  A  planejada  ditadura  mundial  só  pode  ser  alcançada  mediante  uma reforma radical da consciência das pessoas.

O Dr. Brock Chrisholm, primeiro diretor geral da United Nations World Health Organization  (Organização  Mundial  da  Saúde)  e  membro  dos  iluminados,  disse durante uma reunião: "Para formar um governo mundial é preciso tirar da mente dos  homens  seu  individualismo,  sua  lealdade  às  tradições  familiares,  seu patriotismo nacional e seus dogmas religiosos" .(Cf. ROBERTSON, Pato  The New World Order - It Will Change The Way You Live. Dallas, 1991, 7.) 

O estabelecimento de uma educação comum para todas as crianças por obra do  estado,  a  abolição  do  patriotismo  e  do  nacionalismo,  da  vida  familiar  e  da instituição do matrimônio, são alguns dos princípios sustentados pelos Soberanos Invisíveis.

A UNESCO é um dos instrumentos mais importantes nas mãos dos Soberanos Invisíveis.  para  determinar  a  maneira  de  pensar  do  povo.  Por  meio  dessa instituição  de  educação  mundial,  que  educa  e  prepara  a  juventude  mediante colégios,  universidades,  etc.,  os  Soberanos  Invisíveis  não  só  podem  controlar  e influir  em  cada  pessoa,  mas  também  efetuar  ao  mesmo  tempo  as  mudanças necessárias  em  todas  as  relações  existentes:  política,  sociedade,  religião,  moral, família,  etc.(Os  iluminados  servem-se  do  sistema  educacional  em  todo  o  mundo; eles fornecem às universidades as grandes somas de dinheiro que necessitam para continuar atuando.)

A  família  é  a  pedra  angular  da  sociedade.  Quando  se  arruína  a  estrutura  da família, a conseqüência é a ruína da sociedade. Portanto não é de se estranhar que os  Soberanos  Invisíveis  estejam  procurando  solapar  a  família.  A  destruição  da família  é  uma  de  suas  metas  e  tem  sido  promovida  por  muitas  organizações  por uma  grande  variedade  de  meios.  Neste  século,  a  estrutura  familiar  foi  objeto  de muitos  ataques  por  obra  deles.  Por  causa  desses  ataques,  hoje  em  dia  o  mundo chegou  a  ultrapassar  todo  sentido  moral.  O  adultério  e  a  poligamia  foram promovidos pelos,  e a  pornografia, nas mãos  desses mesmos, feriu a  fibra  moral do  matrimônio  tradicional  e  está  presente  em  todos  os  lugares.  O  adultério  e  a fornicação generalizaram-se e muita gente aceita o homossexualismo, que é outro ponto importante da agenda oculta imposta por eles para destruir as famílias.

Atualmente  publicam-se  em  todo  o  mundo  livros  contendo  textos  que ensinam  o  homossexualismo  às  crianças  desde  os  cinco  anos  de  idade.  Na  Grã-Bretanha  um  livro  intitulado  Colours  of  the  Rainbow,  foi  publicado  por  Camden and  Islington  Health  Service  Trust,  uma  organização  financiada  pelo  governo central e pelo Departamento da Saúde. Esse livro, desenhado por  professores de crianças de cinco anos, instrui as crianças sobre a homossexualidade e a conduta heterossexual.  Diz  aos  mestres  como  criar  imagens  "positivas"  de  homens  e  de mulheres homossexuais e como persuadir as crianças de que esse é um modo de vida  aceitável.  Em  lições  opcionais  oferecem-se  claramente  questões  sobre homossexuais e lésbicas que devem ser discutidas com crianças do primário.

Os  meios  de  comunicação  são  um  dos  principais  agentes  da  formação  da opinião  pública  e  do  pensamento  dos  indivíduos.  É  evidente  que  o  absoluto controle  dos  meios  de  comunicação  permite  o  condicionamento  das  massas, manipulando suas mentes e vontades. Quem controla os meios de comunicação, esse é quem decide o que e como o povo pensa.

A  televisão tem estado sob o  controle dos  Soberanos Invisíveis  desde  o seu início e teve maior impacto na modificação do estilo de vida de muitos de nós do que qualquer outra conquista tecnológica do século XX. É o meio de comunicação de maior penetração e mais difundido que o mundo tenha conhecido.


A televisão domina na maioria dos lares e alterou os costumes e o modo de viver  de  nações  inteiras.  Não  só  reestruturou  nossa  maneira  de  pensar,  mas  os vínculos  entre  os  membros  da  família  tornam-se  cada  vez  menos  firmes.  A televisão  não  só  chegou  a  suplantar  o  desenvolvimento  físico,  mas  também  a interação social.
 
Pelos  meios  de  comunicação  os  Soberanos  Invisíveis  mantêm  a  atenção  do público adulto distraída dos assuntos sociais importantes e focalizada em assuntos sem importância. Enquanto por um lado nos mantêm confusos, desorganizados e distraídos  com  assuntos  que  não  têm  importância  alguma,  por  outro  nos controlam  mantendo-nos indisciplinados  e  ignorantes  sobre  os  assuntos  que verdadeiramente são importantes.
 
Na  atualidade  todas  as  agências  de  notícias  e  a  maioria  da  imprensa  estão sob  o  controle  deles.  Até  periódicos  locais  independentes  vêem-se  obrigados  a receber  as  notícias  de  outros  países  por  meio  das  agências  AP,  UPI,  Reuter  e outras.  Esses  periódicos  vêem-se  forçados  a.  repetir  as  mentiras  que  essas agências transmitem.
 
Parece que os Soberanos Invisíveis adotaram como divisa a célebre afirmação do  influente  iluminado  barão  Moise  Montefiore:  "Perdemos  o  tempo  falando. Enquanto  a  imprensa  do  mundo  inteiro  não  se  encontrar  em  nossas  mãos,  será infrutífero tudo o que fizermos. É preciso que dominemos, ou ao menos influamos na imprensa universal, se temos de desvairar e cativar os povos".

Muitos  jornalistas,  sem  se  dar  conta  disso,  estão  em  uma  prisão  mental. Pensam que sabem muito a respeito do mundo, quando simplesmente abrindo os olhos veriam que não são senão obedientes digitadores que escrevem o que lhes mandam. Dedicam-se a investigar amplamente coisas sem relevância ou matérias que  se  ajustam  aos  planos  dos  Soberanos  Invisíveis.  O  que  o  público  realmente precisa saber isso nunca lhe é dito. John Swainton, durante muito tempo chefe do pessoal  do  New  York  Times,  disse  a  seus  colaboradores  em  seu  discurso  de despedida:  "Não  há  nada  disso  que  se  chama  imprensa  livre.  Vocês  sabem  e  eu também  sei.  Nenhum  de  vocês  se  atreveria  a  expressar  com  sinceridade  suas opiniões. Somos  simples ferramentas nas mãos dos homens ricos que atuam por trás  dos  bastidores.  Somos  marionetes.  Eles  movem  os  cordéis,  nós  dançamos. Nossos  talentos,  nossas  possibilidades  e  nossas  vidas  são  propriedade  desses homens. Somos prostitutas intelectuais".

Os  Soberanos  Invisíveis  controlam  a  publicidade  nas  grandes  revistas noticiosas e na televisão, que é uma poderosa ferramenta para provocar e dirigir a aversão  dos  povos.  Por  exemplo,  em  1º  de  agosto  de  1990,  durante  a  guerra Iraque-Irã, Saddam Hussein era "um homem exemplar". Mas depois da invasão do Kuwait,  a  televisão  não  demorou  muito  em  nos  fazer  crer  que  Saddam  Hussein era, desde muito tempo antes, um malvado como Hitler.

Os  principais  temas  das  guerras  são  conhecidos  e  planejados  com antecipação. Por exemplo, jamais houve um conflito orquestrado de uma maneira tão  clara  como  a  Guerra  do  Golfo.  Meses  antes  de  o  Iraque  invadir  o  Kuwait,  os Soberanos  Invisíveis,  depois  de  uma  reunião  que  tiveram  em  abril  de  1990, publicaram  um  relatório  secreto  a  respeito  do  que  se  devia  fazer  com  o Iraque.(The  Israeli-Palestinian  Issue.  Task  Force  Report  38,  aka  212-661-1180. Washington D.C, abril de 1990.)

Saddam  Hussein  chegou  ao  poder  graças  aos  Estados  Unidos.  Nos  anos  50 uma  vitoriosa  revolta  havia  conseguidoexpulsar  do  Iraque  a  família  real, entronizada no poder pela potência colonial, neste caso a Grã-Bretanha. Visto que a revolução havia proclamado sua intenção de nacionalizar as riquezas petrolíferas do  país,  os  serviços  secretos  apressaramse  em  organizar  um  contragolpe  de estado. Foi assim que o partido Baath - cujo segundo presidente era então Saddam Hussein - pôde ser elevado ao poder em 1963.

Nos anos 80, os Estados Unidos precisaram também remediar uma segunda, e para eles, mais grave revolução: aquela que havia libertado o Irã do domínio do Xá,  outra  feroz  marionete  à  qual  os  Estados  Unidos  haviam  delegado  funções  de controle subimperialista na área. Com a promessa de concessões territoriais, apoio financeiro  e  ajuda  militar,  Saddam  Hussein  foi  literalmente  instigado  e  recrutado para  dar  o  tiro  de  misericórdia  em  um  país  praticamente  carente  de  exército,  já que a velha hierarquia militar, de fidelidade monárquica, havia sido desmembrada e desmobilizada pela recente revolução islâmica. Uma estratégia verdadeiramente genial  a  dos  Estados  Unidos:  fazer  que  seus  próprios  inimigos  fossem  golpeados por um terceiro, sem precisar intervir diretamente.

Quando  a  heróica  resistência  dos  iranianos  começou  a  se  transformar  em uma guerra ofensiva, e os primeiros pedaços de território iraquiano começaram a  cair  nas  mãos  inimigas,  é  aí  que  se  colocou  na  balança  a  superioridade tecnológica  de  seu  patrão:  o  Iraque  pôde  dispor  de  armas  químicas  e  as empregou  contra  as  concentrações  de  tropas  da  fronteira  iraniana,  guiado  via satélite pelos Estados  Unidos. Quando depois Hussein utilizou gases  venenosos contra uma aldeia curda, ocupada pela guerrilha do norte do Iraque, em 1987, o porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos disse: "Ok, (Saddam) é um bastardo, mas é nosso bastardo".

Aqui  temos  que  acrescentar  que  ninguém  duvida  que  Saddam  Hussein  foi um  ditador  sinistro  que  assassinou  seu  povo.  Para  a  infelicidade  de  Saddam Hussein,  se  dá  o  caso  de  que  os  Estados  Unidos  medem  suas"  amizades" baseando-se unicamente em seus próprios interesses.

Pierre  Salinger  e  Eric  Laurent  descrevem,  em  La  Guerra  del  Golfo  (Milano 1991) a habilidade com que os Estados Unidos souberam atrair seu inimigo para a armadilha do Kuwait depois de tê-lo lançado na derrota com a agressão ao Irã. Na  página  59  do  livro  citado,  os  autores  referemse  a  um  pró-memória  de resposta às propostas de colaboração da CIA, com a assinatura de Fahd Hakmal Al  Fahd,  Diretor  Geral  do  Ministério  da  Segurança  Nacional  do  Kuwait.  Nele  se lêem  algumas  passagens  tão  esclarecedoras  quão  ignoradas  até  agora  pela opinião  pública:  "Concordamos  com  nossos  aliados  norte-americanos  que  é importante  aproveitar  a  deterioração  da  situação  econômica  no  Iraque,  para exercer pressão sobre o governo desse país e criar tensão na fronteira comum.

A CIA nos sugeriu o melhor modo de manter elevada a tensão. Os responsáveis nos pediram que colaborássemos em grande escala para que a coordenação seja levada ao mais alto nível" . 

Pelo  contrário,  não  é  de  todo  desconhecida  a  gravíssima  e  clamorosa declaração com  que a  Embaixadora  dos Estados Unidos April Glaspie em  Bagdá, de  maneira  enganosa,  outorgou  a  Saddam  Hussein  o  consentimento  tácito  dos Estados  Unidos  à  invasão  no  Kuwait:  "Não  é  nossa  intenção  intrometernos  nos assuntos internos dos países árabes", respondeu a Embaixadora quando Saddam Hussein  lhe  fez  entender  claramente  com  que  meios  pretendia  responder  às provocações  do  Kuwait.  A  2  de  agosto  de  1990,  oito  dias  antes  da  invasão  do Kuwait  por  tropas  do  Iraque,  em  uma  reunião  com  Saddam  Hussein,  a Embaixadora Glaspie disse a Saddam que tinha instruções do presidente Bush de melhorar  suas  relações  com  o  Iraque.  Disse-lhe  também:  "Temos  uma  grande simpatia por sua busca de preços mais elevados para o petróleo, causa imediata de  seu  confronto  com  o  Kuwait.  Nós  não  temos  nenhuma  opinião  sobre  os conflitos  entre  os  árabes  tais  como  sua  disputa  com  o  Kuwait.  O  Secretário  de Estado James Baker me ordenou enfatizar a instrução, dada pela primeira vez ao Iraque nos anos 60, de que os Estados Unidos não têm nada a ver com o assunto do  Kuwait"  .  Durante  a  reunião,  Glaspie  indicou  a  Saddam  que  algum  tipo  de agressão  seria  aceitável  e  que  os  Estados  Unidos  não  se  oporiam  à  tomada  do campo petrolífero de al-Rumeilah, na borda das fronteiras em disputa e as Ilhas do  Golfo,  territórios  reclamados  pelo  Iraque.  O  presidente  Bush  e  outros  altos líderes  sabiam  que  Saddam  Hussein  ia  invadir  o  Kuwait,  mas  não  o  avisaram  a que  não  o  fizesse!  Glaspie  não  disse  a  Hussein  que  os  Estados  Unidos defenderiam o Kuwait. Disse-lhe exatamente o contrário: que os Estados Unidos não eram aliados do Kuwait.

Quando começou a invasão ao Kuwait, o Iraque contava com uma frota naval limitada,  não  tinha  submarinos  e  só  tinha  uns  poucos  equipamentos  de comunicação  de  alta  tecnologia  e  uns  tantos  batalhões  com  homens verdadeiramente  motivados  para  lutar.  Por  que  se  deu  a  Saddam  Hussein  luz verde para iniciar uma guerra na qual suas forças iam ser esmagadas? Por que lhe permitir  que  iniciasse  uma  guerra  quando  uma  clara  advertência  e  uma demonstração de força provavelmente o teria dissuadido a tempo? É possível que se  tenham  enviado  intencionalmente  a  Saddam  sinais  errados  por  que  os Soberanos Invisíveis queriam uma situação tão evidentemente perigosa para todo o mundo, que todas as nações precisariam unir-se para fazer-lhe frente? Quando  Saddam  Hussein  caiu  finalmente  na  armadilha  que  haviam  armado contra ele, transformou se perante os olhos de todo o mundo, e no espaço de uma manhã,  em  um  verdadeiro  demônio...  em  um  novo  Hitler.  Quase  sem  exceção alguma,  todos  os  órgãos  de  imprensa  que  até  então  haviam  ignorado elegantemente  os  crimes  de  guerra  dos  iraquianos,  desencadearam  ao  mesmo tempo  -  por  indicações  de  Washington  -  uma  violentíssima  guerra  psicológica contra Bagdá, premissa considerada necessária  -em um regime de "democracia", para a guerra propriamente dita.

Durante  as  seis  semanas  que  durou  a  Guerra  do  Golfo  em  1991,  os  Estados Unidos enviaram centenas de jatos de combate ao  Iraque para bombardear  cada noite a  população civil. Atiraram-se mais bombas no  Iraque  do que  em  toda a  II Guerra Mundial. Muitos projéteis iam recobertos de urânio empobrecido  (depleted uranium). Mais de 150 mil civis (danos colaterais) e mais ou menos outros tantos soldados iraquianos morreram nas seis semanas seguintes. Apesar disso, no dia 28 de fevereiro de 1991, quando o Iraque devia finalmente ceder e reconhecer todas as  resoluções  da  ONU,  muitos  milhares  de  militares  que  levantavam  a  bandeira branca  sobre  seus  veículos  foram  massacrados  pela  força  aérea  norte-americana quando procuravam  sair do Kuwait para  regressar ao  Iraque. Muitas das pessoas que  foram  assassinadas  durante  sua  fuga  para  o  Iraque  não  eram  precisamente soldados  iraquianos,  mas  palestinos,  sudaneses,  egípcios,  filipinos  e  outros trabalhadores  imigrantes.  Procuravam  escapar  para  salvar  sua  vida.  Michael Ratner,  ex-diretor  do  Center  for  Constitutional  Rights,  afirmou  então  que  as infrações  cometidas  pelos  aliados  durante  a  Guerra  do  Golfo  violavam  as convenções de Haia e de Genebra e eram tão graves como aquelas pelas quais os nazistas  e  os  japoneses  foram  enforcados  no  final  da  II  Guerra  Mundial.  Base drástica  para  esta  avaliação  eram,  entre  outras,  o  sepultamento  de  soldados iraquianos ainda vivos, que foram simplesmente esmagados e mortos aos milhares em  suas  trincheiras,  assim  como  os  inúmeros  civis  assassinados  quando  fugiam em  furgões  particulares.  Na  realidade,  procurando  ver  bem,  a  suposta  "famosa Guerra  do  Golfo"  jamais  existiu.  Não  houve  nenhum  combate.  A  única  coisa  que houve foi o genocídio sistemático e planejado contra uma população desarmada, e os  autores  deste  extermínio  quase  nem  puseram  o  pé  em  terra  iraquiana.  Brent Scowcroft,  nesse  tempo  conselheiro  para  a  segurança  nacional  sob  o  presidente George Bush, confirmou cinco anos depois para a BBC que a verdadeira razão da guerra  havia  sido,  naturalmente,  o  petróleo.  O  objetivo  principal  da  Guerra  do Golfo estava na criação de uma presença militar dos Estados Unidos a longo prazo no Golfo Pérsico.

No  deserto  do  Iraque  ficaram  disseminadas  toneladas  de  projéteis radioativos,  que  têm  um  prazo  de  degradação  de  quatro  bilhões  e  quinhentos milhões  de  anos.  Documentos  do  exército  norte-americano  mostram que  no Iraque  e  no  Kuwait  foram  disparados  944  mil  projéteis  de  urânio  empobrecido, calibre  30  milímetros,  mais  14  mil  granadas  de  grande  calibre.  Ao  todo,  315 toneladas  de  urânio  concentrado.  Isto  levou  obviamente  a  um  incremento considerável  do  número  de  pacientes  enfermos  por  câncer  e  de  crianças iraquianas com malformações congênitas. As vítimas estão, sobretudo, no sul do país, em Bassora e próximo dos campos de batalha da primeira Guerra do Golfo. A  maior parte dos pacientes  sofre de leucemia, câncer de mama, das glândulas linfáticas  ou  dos  pulmões.  Além  das  doenças  infecciosas  e  das  carências alimentares  e  da  desnutrição,  ocorrem  também  enfermidades  misteriosas.  Os bebês nascem sem olhos, sem cérebro ou sem genitais. Existem recém-nascidos com  lábio  leporino  ou  deformações  do  palato,  ou  com  a  cabeça  grotescamente disforme,  pequenos  entes  humanos  que  não  são  outra  coisa  senão  pobres pedaços de carne disforme. A maior parte das vítimas morre de repente. Depois da  guerra,  os  Estados  Unidos,  apoiados  pelo  primeiro  ministro  britânico  Tony Blair,  impuseram  à  população  iraquiana  inúmeros  embargos  acompanhados  de numerosos bombardeios. Mais de dez anos depois do aparente final da guerra, os Estados  Unidos  e  a  Grã-Bretanha  continuaram  bombardeando  o  Iraque  sem interrupção.  Paralelamente,  as  sanções  comerciais,  emanadas  pelas  Nações Unidas,  por  disposição  dos  Estados  Unidos,  levaram  à  morte  milhares  de iraquianos  (pessoas  anciãs,  pobres  e  enfermas).  Mais  de  500  mil  crianças morreram em conseqüência desses embargos!

Entre  outras  coisas,  a  Guerra  do  Golfo  devia  mostrar  ao  mundo  quão conveniente podia ser um exército mundial e convencer esse mesmo mundo sobre a eficácia das Nações Unidas.

Depois da guerra, a 6 de março de 1991, o presidente Bush declarou: "Temos diante de nós um novo mundo de liberdade, um mundo onde a paz perdura. Nosso triunfo na Guerra do Golfo estabelecerá uma Nova Ordem Mundial". O presidente chamou a Guerra do Golfo uma prova do Aparato da Nova Ordem Mundial.

Pelo  fato  de  que  os  Soberanos  Invisíveis  têm  estudado  a  fundo  a  condição humana  podem  agir  com  êxito  jogando  com  as  inclinações,  os  temores  e  os desejos  das  populações.  Manipulam  continuamente  as  coisas  de  maneira  que  o povo lhes suplica poder fazer exatamente aquilo que eles querem que façam. Hoje, a maioria do povo não tem um só pensamento na cabeça que não lhe tenha sido posto ali pelos Soberanos Invisíveis. A humanidade em geral foi programada para pensar  e  se  comportar  como  robôs  e  para  ensinar  a  seus  filhos  a  fazerem  o mesmo. Transformamo-nos em uma raça de mentalidades programadas que pode ser  persuadida  a  crer  e  a  fazer  quase  tudo,  contanto  que  a  desinformação  e  a mentira continuem nos bombardeando por intermédio de nossos sistemas políticos, escolas, universidades e meios de comunicação.

 

Leia também:

O Anticristo - Poder Oculto por trás da Nova Ordem Mundial–Parte 3
O Anticristo - Poder Oculto por trás da Nova Ordem Mundial–Parte 2

O Anticristo - Poder Oculto por trás da Nova Ordem Mundial–Parte 1

O Anticristo - Poder Oculto por trás da Nova Ordem MundialINTRODUÇÃO

0 comentários:

Postar um comentário

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Design by Maxwell Palheta | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Walgreens Printable Coupons