21.9.11

Corrupção na política

corrupção - Apocalipse Em Tempo Real Sempre foi assim. A política nesse país, chamado Brasil, sempre se alimentou do farto “dindin” da corrupção. Vamos deixar bem claro que, isso é claro, não envolve todos os políticos; ainda existem os íntegros. Contudo, as campanhas eleitoreiras são caríssimas, e o candidato não dispõe de recursos suficientes ou pelo menos não quer mexer na sua poupança, e os interesses privados no investimento público são vorazes. Cria-se então a maracutaia. O candidato faz promessas, por baixo dos panos, facilita projetos privados junto à administração pública. E num passe de mágica, surge o dinheiro para a campanha. Eleito, apartir daí é então aprovada concorrências sem licitações, nomeia indicados pela iniciativa privada. Daí surge a “qualidade” dos serviços públicos. Basta procurar atendimento no SUS ou matricular seus filhos numa escola pública. E observar as ruas esburacas. Temos então a impressão que o dinheiro público não tem dono. É de quem “chegar” primeiro e meter a mão. E não se vê um governante que corra atrás dos ladrões. Ainda existe ética na política?

Ou seja, criar instituições e mecanismos que inibam quem se sente tentado a corromper ou ser corrompido. As instituições devem ser fortes, as investigações, rigorosas, e as punições, severas. A impunidade faz o bandido. E, no caso de políticos, ela se soma à imunidade. As escolas deveriam levar casos de corrupção às salas de aula. Incutir nos alunos vergonha de fazer uso privado dos bens coletivos. Já que o conceito de pecado deixou de pautar a moral social, urge cultivar a ética como normatizadora do comportamento. Desenvolver em crianças e jovens a autoestima de ser honesto e de preservar o patrimônio público.

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