1.8.11

Maçonaria: o atirador norueguês e as suas verdadeiras conexões

Certamente o comunicado pretendia desassociar as idéias políticas do atirador às de seus irmãos de Loja e o mesmo parece ter bastado para que órgãos midiáticos, governo e as próprias autoridades públicas norueguesas colocassem uma pá de cal em torno do assunto!

atirador - Apocalipse Em Tempo Real

Repercutem com intensidade os trágicos episódios do atentado duplo com carro-bomba em Oslo e dos ataques a tiros na ilha de Utoya, ações terroristas coordenadas que provocaram quase 100 mortos, constituindo-se na maior tragédia vivida pela Noruega desde a II Guerra Mundial.

Na divulgação do acontecimento e seus desdobramentos, o sistema midiático internacional, recorrendo mais uma vez às tradicionais técnicas de distorções de informações – manipulando como de costume a opinião do cidadão comum e atentando contra a inteligência do observador mais atento -, insiste em apresentar o autor do massacre como um representante dos movimentos “nacionalistas” e da “extrema direita européia”, “um cristão fanático”.

Não obstante os esforços dos conhecidos formadores da “opinião pública mundial” em ludibriar os povos em benefício dos escusos objetivos da plutocracia que os mantém – explorando fatos de menor interesse e ocultando dados realmente esclarecedores -, fontes virtuais independentes trouxeram à tona subsídios que lançam luz e comprovam a existência e atuação de organizações extremistas a serviço da chamada Nova Ordem Mundial. Naturalmente, tais notícias dificilmente serão transmitidas pelos grandes veículos de comunicação atuais, devido ao papel fundamental que representam nas estruturas e mecanismos de domínio e poder do Governo Mundial.

Para um melhor entendimento das verdadeiras conexões e intenções do atirador Anders Behring Breivik é preciso antes uma breve análise da política externa norueguesa para o Oriente Médio neste último semestre:

Em Janeiro de 2011, o ministro norueguês dos Negócios Estrangeiros, Jonas Gahr Stoere, declarou que seu país tomaria a dianteira no reconhecimento de um Estado Palestino, num momento em que as instituições palestinas estavam sendo irrevogavelmente estabelecidas.

Em Março, o Partido Socialista de Esquerda (Sosialistisk Venstreparti), de Kristin Halvorsen, atual Ministra da Educação e Formação no governo de Jens Stoltenberg, primeiro-ministro da Noruega e presidente do Partido Trabalhista, planejou votar uma medida defendendo uma ação militar contra Israel, caso o Estado Judeu decidisse efetuar um ataque ao governo do Partido Hamas, na Faixa de Gaza.

Dias antes dos atentados, o mesmo Jonas Gahr Stoere visitou a ilha de Utoya, aonde presenciou no acampamento da Juventude do Partido Trabalhista uma manifestação pedindo o boicote do governo norueguês ao Estado de Israel...

Nas vésperas das explosões em Oslo, noticiou-se que a polícia da capital norueguesa realizou exercícios antibomba, provavelmente por ter sido alertada sobre a ameaça de grupos contrários à política do governo.

Por quais razões informações tão relevantes para a investigação do caso não são levadas ao conhecimento público?

Consumados os ataques, percebendo a inviabilidade de atribuir aos grupos fundamentalistas islâmicos a autoria do cruel morticínio – como usualmente faz -, as principais organizações midiáticas internacionais trataram logo de imputar ao “extremismo de direita”, aos “nacionalismos” e ao “radicalismo cristão” a responsabilidade pelo desastre.

Duas são as finalidades desta manobra maquiavélica: primeira, desviar o foco da atenção pública para uma informação crucial que realmente contribua para a compreensão das causas reais dos ataques, qual seja, a do notório descontentamento do movimento sionista internacional para com as últimas posições do atual governo norueguês quanto à Questão Palestina e suas intenções de retaliação; a segunda, galvanizar o repúdio geral à nefanda ação e canalizá-lo contra as autênticas organizações nacionalistas e espiritualistas européias que, cientes do perigo representado pelo sionismo, lutam heroicamente contra a imposição do tirânico Governo Mundial e pelo soerguimento espiritual, moral, social, econômico e cultural do Velho Mundo.

Em sua venal campanha de desinformação, visando ainda encobrir elementos que desnudem a verdadeira ideologia de Anders Behring Breivik, suas secretas relações e conexões, a grande imprensa mundial tentou apresentá-lo como um desequilibrado cuja insanidade levou-a a agir sozinho. O argumento, porém, foi desmentido posteriormente pelas próprias declarações do atirador após sua prisão, nas quais garantiu gozar de plenas faculdades mentais, além de informar sobre a existência de outras células militantes de sua rede terrorista.

Inegavelmente, as investidas em duas localidades distintas - Oslo e a ilha de Utoya -, o problema logístico para o empreendimento de um ataque de tal envergadura e as elevadas perdas humanas mostram de forma inconcussa que Breivik não está sozinho e pertence a uma organização experimentada em ações militares daquela natureza.

Emilie Bersaas, 19 anos, testemunha ocular dos eventos em Utoya, disse que “os tiros vinham das mais diversas direções”, depoimento confirmado por várias outras testemunhas e sobreviventes do massacre.

Mas a quais organizações estaria ligado Breivik?

Anders Behring Breivik e seus paramentos de Mestre Maçom. Foto publicada pelo próprio atirador no manifesto “2083- Uma Declaração Européia de Independência ".

O terrorista de Oslo e Utoya era Mestre Maçom da Loja Pilares de Oslo. No manifesto intitulado “2083 – Uma Declaração Européia de Independência” - postado nos meios virtuais e a ele atribuído – são feitas 11 citações aos termos “Maçom”, “Maçons” ou “Maçonaria”, encontrando-se um endereço de uma loja online de artigos maçônicos.

A foto de Breivik trajando seus paramentos de Mestre Maçom foi inserida por ele próprio em seu Manifesto que circula na rede mundial e logo abafada sua divulgação pela mídia internacional.

Após a repercussão mundial da tragédia, o Grão-Mestre da Maçonaria Norueguesa veio a público repudiar o episódio, lamentar os mortos e comunicar a exclusão de Breivik da Ordem... Certamente o comunicado pretendia desassociar as idéias políticas do atirador às de seus irmãos de Loja e o mesmo parece ter bastado para que órgãos midiáticos, governo e as próprias autoridades públicas norueguesas colocassem uma pá de cal em torno do assunto! Contudo, utilizando-se de dois pesos e duas medidas, em sua manhosa campanha de engano público, a mesma imprensa que não faz questão nenhuma de mencionar as relações de Breivik com a Maçonaria, não mede sacrifícios em fabricar uma suposta relação entre o fanatismo sanguinário do atirador e os movimentos nacionalistas e cristãos.

Como membro de uma ordem secreta e internacional, cuja doutrina é incompatível com os Evangelhos e, portanto, condenada desde o século XVIII por bulas e encíclicas papais e mesmo por líderes protestantes; como adepto de uma seita que constitui um poder paralelo dentro dos Estados e cuja história nos três últimos séculos notabilizou-se pela conspiração contra os interesses de diversos governos e povos; portanto, como seguidor de uma organização antinacional e anticristã, Anders Behring Breivik jamais poderia ser qualificado como “nacionalista” e “cristão” autêntico.

Detalhe curioso sobre este último ponto, segundo documento colocado pelo próprio atirador na Internet, desejava ele se preparar para o massacre usufruindo dos serviços de duas prostitutas de luxo e inebriando-se em bom vinho francês! Confissão que muito dificilmente um “conservador cristão” teria o despudor de tornar pública...!

Na verdade, analisando-se a experiência de Breivik como Mestre Maçom, o conteúdo visceralmente anti-islâmico de seu discurso, as declarações pró-Palestina de alguns membros do atual governo norueguês, bem como, o fato dos alvos escolhidos terem sido jovens que pregavam medidas contrárias aos interesses do Estado de Israel, tudo leva a crer que as verdadeiras conexões do atirador fazem dele um simples instrumento – consciente ou inconsciente - dos planos maçônicos e sionistas de domínio mundial.

De fato, os problemas hodiernos relativos à imigração em massa na Europa de muçulmanos, africanos e asiáticos, a crise econômica verificada em muitos países e a perda da identidade cultural – causados sim, em grande medida, pelas políticas adotadas por governos socialistas e de centro-esquerda – têm levado muitos europeus a procurarem a solução nos partidos e/ou movimentos burgueses-liberais de centro-direita. Em sua ingenuidade política, porém, não percebem muitos deles que mesmo tais organizações caíram sob controle dos interesses maçônico-sionistas, sendo utilizadas hoje para semearem um discurso belicista que, levantando dentre outras bandeiras, justificativas pseudo-religiosas, – “cruzada” contra o perigo muçulmano, por exemplo - visa colocar a Europa Ocidental em rota de colisão direta contra o mundo islâmico. Assim como nas Américas, a cegueira política das lideranças da direita burguesa-liberal tem levado muitos europeus a servirem inconscientemente aos objetivos sionistas, quando consideram o Estado de Israel como baluarte da “democracia” no Oriente Médio, ao mesmo tempo em que são condicionados a verem nas nações árabes e islâmicas apenas regimes tirânicos, ditatoriais e fundamentalistas. Aproveitando-se desta deprimente avaliação política da chamada “direita” para o Oriente Médio, são curiosamente as organizações esquerdistas que procuram oportunamente colocarem-se como apoiadoras do Estado Palestino – ainda que jamais tenham encampado uma verdadeira luta contra o sionismo, devido às raízes judaicas do socialismo/comunismo -, cooptando assim, estrategicamente, a simpatia de centenas de milhões de muçulmanos para suas causas.

Numa das fontes independentes consultadas, sugere-se que o grupo de apoio a ação de Breivik é provavelmente da mesma espécie que os envolvidos na ação terrorista conhecida como Operação Gládio, empreendida na Itália pela loja maçônica P2, no início da década de 1980. Após o atentado a bomba na estação de trem de Bolonha, que deixou 85 mortos, a polícia italiana encontrou em março de 1981 uma lista com 962 membros da P2, na qual continham:

3 ministros de governo e 43 membros do Parlamento;

43 generais e 8 almirantes;

Diplomatas, industriais, banqueiros, jornalistas e celebridades de TV.

Victor Ostrovsky, ex-agente do MOSSAD – serviço secreto israelense – escreveu que Licio Gelli, então Grão-Mestre da P2, foi aliado do MOSSAD na Operação Gládio.

O relato menciona também que chefes de serviços secretos e comandantes de polícia faziam parte da organização, fato que faz pensar sobre a estranha demora da polícia norueguesa no socorro às vitimas do atirador em Utoya, algo que vem sendo questionado por muitos num país cujos aparatos policiais estatais são considerados avançados e eficientes...

Que os povos prestem bastante atenção no desenvolvimento do caso do “louco” atirador norueguês...

No mundo todo, décadas antes e depois da II Grande Guerra, inúmeros autores apontaram os planos hegemônicos e de supremacia do movimento sionista internacional, vendo na Maçonaria um de seus principais e mais eficazes braços.

No Brasil, os integralistas não compram os gatos por lebres da grande imprensa burguesa-liberal, procurando denunciar, desde a década de 1930, as atividades antinacionais e anticristãs da Maçonaria, a qual pretende sujeitar nossa Pátria aos interesses e ditames do pérfido Governo Mundial Sionista e sua cada vez mais consolidada República Universal.

Por Luiz Gonçalves Alonso Ferreira

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