12.5.11

MAÇONARIA – DO OUTRO LADO DA LUZ – PARTE 4

SERVE O MAÇOM A DOIS MESTRES? PARTE 4

maconaria - ApocalipseEmTempoRealSe a franco-maçonaria é uma religião, mas não é cristianismo, que é, então? Pode um cristão pertencer a duas religiões? Ele pode servir a dois mestres, ao "Venerável Mestre"' (título do líder da Loja) e a Jesus? A menos que a maçonaria seja idêntica ao cristianismo, é um credo rival à fé bíblica! Jesus diz que você não pode servir a dois mestres! Irá amar a um e aborrecer-se com o outro (Mateus 6:24). Jesus proibiu seus discípulos de chamarem a alguém de "Mestre" (Mateus 23:8-10). O líder da Loja não somente é chamado de "Mestre", mas de "Venerável Mestre".

Jesus ordenou: "Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto" (Mateus 4:10). A Bíblia (a régua e prumo de todo maçom cristão) proíbe a adoração de qualquer outro deus além de Jeová! Cada livro da Bíblia ordena a adoração exclusiva do Deus único. Não só os maçons estão apropriando-se de um título reservado a Jesus, mas estão dando aos seus "Mestres" um adjetivo que significa que eles são dignos de adoração! [No termo em inglês isso fica ainda mais claro: Worshipful Master, isto é, Adorável Mestre].

"ESPELHO, ESPELHO MEU – HÁ ALGUÉM MAIS VENERÁVEL DO QUE EU?"

O maçom precisa ver quão sério é adorar alguém além de Deus. Lembre-se do que aconteceu no Novo Testamento quando alguém tentou adorar um homem de Deus. Em Atos 10:25, Cornélio estava tão entusiasmado com o fato de Pedro ter ido à sua casa que, quando o apóstolo entrou, caiu a seus pés e o adorou. Mas "Pedro o levantou, dizendo: Ergue-te, que eu também sou homem'' (Atos 10:26). Até mesmo quando João, em meio a visões extraordinárias, caiu aos pés de um anjo, o anjo gentilmente o advertiu: Vê, não faças isso; eu sou conservo teu, dos teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus (Apocalipse 22:9).

Eis aqui um dos maiores apóstolos da história cristã e um anjo, ambos recusando serem adorados até mesmo por homens com a melhor das intenções. Entretanto, toda Loja maçônica tem um "Venerável Mestre".

E a coisa tampouco melhora daí para cima! Cada Grande Loja tem um "Supremo Venerável Grande Mestre" presidindo sobre ela. Um maçom cristão deve perguntar-se: Se um Grande Mestre é o mais venerável, onde fica Deus? Um segundo-mais-venerável? Um divino 'segundo colocado' ou um "Mister Simpatia"?

O maçom pode protestar que se está indo longe demais por causa de meros títulos, e alegar que ninguém venera literalmente o Mestre de uma Loja. Deve um cristão aceitar a minúcia farisaica que tal distinção requer? Conforme um pastor me aconselhou anos atrás: "Será que é problema do cristão descobrir quão perto ele pode acampar das 'fronteiras do Egito' (pecado)? Ou ele deve ficar tão longe quanto possível daquelas fronteiras e permanecer dentro da 'terra de Canaã'?" Não nos dá Paulo uma resposta quando nos exorta a evitar "toda forma de mal" (II Tessalonicenses 5:22)?

Jesus, que é o Senhor de todo cristão maçom, evidentemente importou-se o suficiente com meros títulos, a ponto de proibir seu uso em Mateus 23. Se Ele proíbe, isso deve bastar para qualquer cristão. Não obstante, não apenas maçons chamam a seus líderes de "Mestres", mas referem-se a si mesmos como Mestres Maçons!

Parece que, para o cristão na Loja, o dilema reduz-se a se deve aceitar as palavras de Jesus ou escolher ignorar os mandamentos de Deus a favor da fraternidade.

SERVINDO A DOIS MESTRES?

Cristãos maçons protestarão que não "servem" realmente ao Venerável Mestre de sua Loja. Apesar de que esses homens podem exercer tal função ilusória, infelizmente é só uma ilusão.

O Mestre Maçom jura solenemente sobre a Bíblia que irá "reconhecer e obedecer a todas as indicações e ordens enviadas por uma Loja de Mestres Maçons ou dadas por um irmão daquele grau, dentro da minha circunscrição."2 Será que o Mestre Maçom leva esse juramento a sério?

Caso não o faça, ele não é realmente um maçom. Caso seja, deve levar tudo isso a sério. Ele conclui o juramento dizendo: "Tudo isso prometo e juro solene e sinceramente... Que Deus me ajude..." Ele também jura que, no caso de quebrar qualquer parte desse juramento, terá, entre outras coisas, seu corpo cortado e suas entranhas retiradas!3 Isso é suficientemente sério?

O maçom jurou obedecer a todas as ordens do seu Mestre. Se essa obediência absoluta não implica em ser um "servo" do Mestre, a linguagem perdeu todo seu sentido. Se o cristão na Loja faz seu juramento de boa fé, tem, de fato, de servir a dois mestres: Jesus e o Mestre da Loja.

Eu e Ed Decker, o autor de The Question of Freemasonry (A Questão da Franco-maçonaria) tivemos a oportunidade de entrevistar dois franco-maçons na barraca de uma feira estadual. Ambos eram muito simpáticos, ansiosos em lustrar eloquentemente o bem que a Loja realiza, e era evidente que eram zelosos no seu ofício.

Perto do fim da conversa, perguntamos aos homens se frequentavam regularmente a igreja. Ambos hesitaram e gaguejaram um pouco. Um disse que tinha sido criado num lar metodista, mas que não tinha ido à igreja havia algum tempo. O outro disse que não tinha tido tempo para isso ultimamente.

Era evidente que, conforme o zelo desses homens pela maçonaria aumentava, as chamas do cristianismo tremeluziam e morriam, se é que algum dia foram acesas.

Quando Ed e eu fomos embora, especulamos sobre quão pouca boa vontade aqueles homens teriam em dedicar todo o dia num grandioso testemunho de Jesus. Mas eles estavam lá, promovendo a franco-maçonaria com um fervor que faria corar qualquer pregador de rua! Sem percebê-lo, será que tinham vindo a amar a Loja e a aborrecer a Jesus Cristo?

Há um princípio mais profundo aqui – uma verdade bíblica desconfortável. Paulo nos avisa:

Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça (Romanos 6:16)?

Quando pecamos, tornamos-nos servos do pecado. Quanto mais pecamos, mais escravizados nos tornamos. Isso não é novidade para qualquer um que já caiu na armadilha do pecado. Paulo diz que "quando éreis escravos do pecado, estáveis isentos em relação à justiça" (Romanos 6:20).

Aqui existem duas possibilidades. Todos os homens são escravos, e a única coisa que varia é o mestre que escolhemos servir! Podemos laborar na escravidão ao pecado, ou podemos nos tornar escravos do Senhor Jesus Cristo. Não há outras alternativas.

Se a franco-maçonaria te incentiva a quebrar os mandamentos de Deus, ela te faz servo de um outro mestre um nada simpático, cujo nome é Lúcifer.

Jesus nos chama, dizendo:

Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. (Mateus 11:28-29).

Essa é uma maravilhosa promessa para o maçom, especialmente porque o ritual maçônico coloca tanta ênfase no trabalho e no salário. O ritual ensina que o motivo pelo qual alguém torna-se Mestre Maçom é "trabalhar e receber o salário do Mestre."4 Todavia, nunca se esclarece que salário é esse.

Em Romanos 6, Paulo oferece um vislumbre quanto a natureza desses ordenados:

Naquele tempo, que resultados colhestes? Somente as cousas de que, agora, vos envergonhais; porque o fim delas é a morte. Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Romanos 6:21-23).

Essa é uma das formas de distinguir o cristianismo das outras religiões. Todos os outros Mestres exigem que se trabalhe pelo salário, que será a recompensa no além. Só Jesus oferece a vida eterna como um presente. Obviamente, se um maçom fez por merecer algo, isso deixa de ser um presente. Romanos 4:4-5 diz:

Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. Mas ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça.

O cristão maçom, que já depositou sua fé na obra consumada de Cristo, agora também tem fé no salário de um Mestre Maçom. Mas, que é esse salário?

Faz lembrar aquele "salário do pecado" quando contemplamos o Mestre Maçom jurar que promete retirar as entranhas do Maçom que deixar de obedecer a sua Loja. Quer saiba disso, quer não, o maçom é escravo de uma religião cujo salário é a morte. Conforme o profeta Ezequiel avisou: "a alma que pecar, essa morrerá." (Ezequiel 18:4).

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