9.5.11

MAÇONARIA – DO OUTRO LADO DA LUZ – PARTE 2

A MELHOR COISA QUE JÁ ME ACONTECEU

maconaria - ApocalipseEmTempoRealFreqüentemente sou indagado sobre a Loja e sobre o tipo de ministério com o qual estou envolvido. As pessoas perguntam:

Qual é o grande problema com a maçonaria? É apenas um bando inofensivo de rapazes andando por aí com chapéus divertidos. Por que você está tão contrariado com eles?

Essa questão faz vista grossa ao dano terrível que a franco-maçonaria pode e de fato aflige ao cristão e à Igreja. Deve-se esclarecer, contudo, que os próprios maçons não são o problema. São apenas vítimas em uma batalha maior. A maçonaria é uma religião anti-cristã, e quando cristãos, especialmente líderes cristãos, juntam-se a ela, devemos nos alarmar.

Não podemos esperar que homens não-salvos entendam melhor. Seus olhos estão obscurecidos pelo pecado. São o que eu era quando tornei-me maçom – pagãos. Caso eles queiram unir-se a uma religião pagã como a maçonaria, o problema é deles.

Contudo, quando cristãos tomam parte em rituais pagãos é um assunto totalmente diferente. Eles devem entender melhor, mas ou não querem saber a verdade sobre a sua Loja, ou estão por demais ocupados para perscrutar sob a superfície da franco-maçonaria para investigar se todos os seus chavões piedosos são genuínos. Deus avisa:

"O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos" (Oséias 4:6).

Esse aviso terrível voltou para assombrar as famílias de incontáveis maçons que aconselhamos em nosso ministério.

Espera-se que o pai, no lar cristão, seja um sacerdote para sua família. Mas o que acontece a ele e a sua família se ele precipita-se no paganismo da franco-maçonaria? Inicia-se uma sutil ruptura espiritual. Essa é a razão mais óbvia pela qual avisamos os da Loja de que nada é como parece. Um evento recente ilustra o que digo.

Recebi uma ligação em nosso ministério de um companheiro que estava um bocado preocupado. Este recebera alguma informação sobre os perigos da maçonaria, que havíamos enviado conforme solicitado. Ele estava fora de si e pediu que seu nome fosse retirado de nossa mala postal. Disse-lhe que o faríamos, mas que queria saber qual era o problema.

"Sou maçom," proclamou orgulhosamente, "e não aprecio receber esse lixo que você envia! É um punhado de mentiras!"

"Entendo...", respondi.

"Não me importo de lhe dizer que sou Batista da Convenção, que fui toda a minha vida, e que a Loja fez de mim um cristão melhor que qualquer outra coisa que eu consiga imaginar!"

"Bem, senhor, lamento por estar tão ofendido," disse, "mas eu gostaria apenas de lhe dizer que fui maçom por nove anos até que fui salvo, e então o Espírito Santo convenceu-me do pecado disso..."

"Ouça!" ele interrompeu. "A franco-maçonaria é a melhor coisa que já aconteceu em toda a minha vida, e ...

Interrompi. "Espere um minuto, senhor! A maçonaria foi a melhor coisa que já lhe aconteceu?" "Sim!" ele gritou.

"Melhor que Jesus Cristo?" Silêncio.

"Você está me dizendo que a maçonaria tem sido para você uma experiência melhor que Jesus?"

"N... não é isso que eu quis dizer !" ele finalmente tentou contornar.

"Mas veja o que você realmente falou! O que isso lhe diz sobre a sua vida espiritual na... ?"

"Só tire o meu nome da sua lista postal !" ele ordenou, e desligou.

CONDENAÇÃO TRAZ CÓLERA!

Aquela resposta é tragicamente típica. Os cristãos maçons elegantemente, gradualmente, deixaram de prestar atenção ao seu "primeiro amor", Jesus (Apocalipse 2:4). Eles seriam os últimos a reconhecer ou admitir, mas a franco-maçonaria tomou o lugar mais proeminente nas suas vidas, e Jesus foi movido para um segundo lugar.

Então, subitamente, algo impressionou suas consciências, e é como a remoção da crosta de uma velha ferida. Os maçons "cristãos" reagem com ira quando alguém diz algo contra sua Loja – uma ira freqüentemente desproporcional ao que de fato foi dito. Sentem o poder convincente do Espírito Santo operar em suas vidas, talvez pela primeira vez em anos, e isso os perturba. Suas consciências, tão anestesiadas e cauterizadas (I Timóteo 4:2), foram subitamente desmascaradas pela verdade.

O discernimento espiritual, já necrosado, foi vivificado. Como um pé que "adormeceu", sua percepção de certo e errado luta gradualmente, dolorosamente voltando à vida, e isso magoa! A ira é muito freqüentemente, o resultado e um retorno às confortáveis mentiras da Loja. Escutam o sussurro da canção da sereia ninar seus ouvidos: "Está tudo bem; não há nada a temer."

A menos que esses maçons sejam exortados paciente, amorosa e continuamente pela verdade, geralmente jamais permitirão que a verdade dolorosa chegue a eles. Uma paralisia espiritual os envolve como um manto quentinho, e eles mudam de posição e voltam a dormir.

UMA QUESTÃO VITAL

Por que isso acontece? Por que homens "piedosos", cristãos que muitas vezes são diáconos, presbíteros ou até mesmo pastores ficam tão aborrecidos por causa da mera pregação da verdade evangélica? Qual é o problema grave com a franco-maçonaria? Para responder a essas questões muito importantes examinaremos porque a maçonaria é espiritualmente perigosa à luz do único livro que realmente conta, a Bíblia Sagrada.

A que conclusões cheguei no meu estudo da Palavra de Deus que me mostraram que eu não poderia mais ser maçom e ao mesmo tempo seguidor do meu recentemente encontrado Mestre e Senhor, Jesus Cristo? A fonte principal de informação é a Bíblia. Mas por causa da grande confusão e do entendimento errôneo sobre a franco-maçonaria (parte do qual criado intencionalmente), citaremos os livros oficiais da maçonaria ao comparar seu ponto de vista com o da Bíblia, e também faremos referências às fontes seculares de autoridade reconhecida.

Quais são estes livros "oficiais" da franco-maçonaria? Essa é uma questão delicada, visto que a maçonaria é secreta. Todavia, dos meus nove anos na "Obra" (como às vezes a maçonaria é chamada), creio que a hierarquia de livros que uso para referências fará com que todo maçom honesto reconheça como um bocado definitiva:

1) Os Rituais. Estes são os próprios livros que contêm os trabalhos, editados com o imprimatur de toda Grande Loja de cada estado. São as autoridades mais altamente reconhecidas, como a Bíblia o é para os cristãos. Faremos citações destes livros rituais, mesmo que eles sejam considerados "secretos" e protegidos por juramentos temíveis, de sangue, pois o Senhor nos ordenou trazer à luz as coisas ocultas das trevas (Efésios 5:11).

Esses livros dos rituais são diferentes em cada estado, e há ligeiras variações entre eles. Eles também não estão disponíveis para os profanos (não-maçons), de modo que usaremos o Ritual Monitor, de Duncan (em inglês), que é antigo mais ainda é impresso, e é substancialmente (95% ou mais) idêntico ao trabalho ritual moderno na franco-maçonaria.

2) Escritos com autoridade. Se os livros de ritual são as "bíblias" da Loja, estes escritos com autoridade seriam o equivalente, no cristianismo, aos escritos dos Pais da Igreja. São obras de referência, compêndios filosóficos ou tratados eruditos escritos por homens de indiscutível estatura dentro da maçonaria. Muitos deles são maçons do 33° grau, tais como Henry Wilson Coil, Albert Mackey ou Albert Pike.

Outro livro é a assim chamada Bíblia Maçônica que é simplesmente uma edição da Bíblia com o selo maçônico estampado na frente e cerca de 100 páginas de ilustrações e texto adicionais mostrando como os ensinos e lendas maçônicos supostamente podem ser apoiados pela Bíblia.

Também está incluída a literatura que circula pelos corpos oficiais, tais como panfletos, etc., levando a marca impressa de uma Grande Loja ou de Conselhos Supremos, ou do Rito de York ou Escocês.

3) Escritos educacionais ou filosóficos. Estes livros, os inferiores na hierarquia da autoridade definitiva, são as obras dos eruditos ou historiadores maçônicos menos notáveis – homens que são maçons, e que até mesmo podem ter o cobiçado grau 33°, mas que não são autoridades mundiais como os autores mencionados acima. Estes livros são concebidos para inspirar, informar ou edificar o leitor maçom.

Uma comparação da Bíblia com os livros maçônicos provará se a franco-maçonaria é tão inofensiva quanto alega ser.

Jesus é Deus, e os mandamentos que ele nos deu no Novo Testamento não são menos obrigatórios que os do Antigo. Não nos esqueçamos de que toda a Bíblia – cada palavra – é Palavra inspirada de Deus (II Timóteo 3:16), e que os registros dos apóstolos, como Paulo, devem ser tomados a sério, como provenientes do próprio Jesus.

A Bíblia é nossa fonte de orientação quanto ao que é e o que não é pecado. Até mesmo os maçons, em seus rituais, ensinam que a "Bíblia Sagrada é a norma e guia da nossa fé."1 Portanto, esperamos que os maçons concordem conosco que o que a Bíblia diz que é pecado, é pecado mesmo!

O pecado é a porta de entrada que Satã usa para atacar a nós e a nossas famílias. Se um pai maçom está fazendo habitualmente algo pecaminoso, sem se arrepender, isso bem que pode estar tornando a família vulnerável ao abuso por parte dos domínios das trevas! As minhas opiniões ou as suas opiniões sobre o pecado não contam. É a opinião do Senhor que importa, e Suas opiniões podem ser encontradas com mais segurança na Bíblia!

Estou esperançoso de que cada cristão e até cada maçom dará um "Amém" de coração ao que foi colocado! Com essa premissa em mente, e com esta base estabelecida, vejamos como a franco-maçonaria confundiu os padrões de Deus.

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